terça-feira, 8 de novembro de 2011

Investidores


Em razão da escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014, foram anunciados diversos incentivos fiscais para estimular a construção e a modernização dos estádios de futebol que serão utilizados em jogos oficiais.

No âmbito federal, os incentivos fiscais foram concedidos por meio de um regime especial de tributação, o chamado RECOM (Regime Especial de Tributação para construção, ampliação, reforma ou modernização de estádios de futebol).

Em condições normais, a aquisição no mercado interno - ou a importação - de bens (máquinas, aparelhos, materiais de construção, instrumentos e equipamentos) e serviços (consultoria e execução das obras, por exemplo) estaria sujeita, dentre outros, aos seguintes tributos: PIS (0,65% a 1,65%); COFINS (3% a 7,6%); PIS - Importação (1,65%); COFINS - Importação (7,6%); IPI (até 330%); e Imposto de Importação (até 100%).

O RECOM suspende a exigência desses tributos no momento da aquisição dos bens/contratação dos serviços, ao passo que, após sua efetiva incorporação aos estádios, a suspensão é convertida em alíquota zero (0%), o que exonera as operações dos referidos tributos.

Para usufruir dos benefícios, é necessário que, dentre outras exigências, o interessado submeta seu projeto (de construção, ampliação, reforma ou modernização de estádios de futebol) à aprovação prévia do Ministério do Esporte.

No que se refere ao ICMS, tributo estadual incidente na circulação (compra/venda) de mercadorias, o benefício da isenção está previsto desde 2008.

Em decorrência, os bens destinados à construção, ampliação, reforma ou modernização de estádios brasileiros, que serão utilizados na Copa de 2014, não se sujeitam ao referido imposto - o que representa, em média, uma economia de 18%.

Por sua vez, a maioria dos municípios brasileiros ainda não divulgou quais serão os incentivos relativos aos tributos de sua competência (incidentes sobre a prestação de serviços, propriedade urbana e transmissão de imóveis), o que demanda a análise, caso a caso, da legislação das cidades-sede da Copa.

Djalma dos Angelos Rodrigues*

domingo, 6 de novembro de 2011

A importância da Contabilidade na Copa do Mundo

Brasil sustentável


http://www.sebrae.com.br/setor/textil-e-confeccoes/o-setor/mercado/Brasil_Sustentavel_Copa_do_Mundo_2014.pdf

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A Copa do Mundo de 2014 injetará R$ 142,39 bilhões em investimentos na economia do Brasil

Uma matéria divulgada pela Corpbusiness, estima-se que o Mundial de 2014 vai gerar R$ 142 bilhões adicionais para a economia brasileira, segundo estudo desenvolvido pela Ernst & Young em parceria com Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgado nesta quarta-feira (23).
Segundo a pesquisa: Brasil Sustentável -- Impactos socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, aponta que os gastos para viabilizar o evento podem ser superados com o retorno 5 vezes maior dos valores investidos.
Conforme o estudo, o investimento direto previsto é de R$ 22,46 bilhões para garantir infraestrutura e organização do evento, no entanto, a competição deve acarretar R$ 112,79 bilhões adicionais a economia do Brasil. Alguns dos principais motivos deste retorno positivo se deve a previsão de geração de 3,63 milhões de empregos por ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população, impactando o mercado de consumo interno.
Os setores de tecnologia de informação e mídia e publicidade receberão investimentos significativos, segundo a consultoria. O evento vai gerar um impulso significativo também sobre micro, pequenas, médias e grandes empresas dos setores industrial, comercial e serviços num valor estimado de quase R$ 3 bilhões.
Os setores mais beneficiados pela Copa do Mundo no Brasil, segundo a pesquisa, serão os de construção civil, alimentos e bebidas, serviços prestados às empresas, serviços de utilidade pública (eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana) e serviços de informação. No total, essas áreas deverão ter incremento da produção de R$ 50,18 bilhões.
Os cofres público também serão beneficiados com um adicional de R$ 18,13 bilhões, além do impacto direto sobre o PIB durante os próximos 4 anos, que será de R$ 64,5 bilhões correspondendo a 2,71% do valor estimado para 2010.
O estudo mostra também que o evento vai gerar um impulso significativo sobre milhares de micro, pequenas, médias e grandes empresas de 11 setores (industrial, comercial e serviços). O impacto será de R$ 3 bilhões.

Fonte: Corpbusiness
Todos os Direitos Reservados a Corpbusiness

EDIÇÃO E MONTAGEM: CRSS3
Aracatiara/Amontada/Itapipoca/Itarema.



http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=nhOelsnWD2s

Publicado por Grupo: Grupo: RH_3

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

REFLEXOS ECONÔMICOS DA COPA 2014 E OLIMPÍADAS 2016

Trazer a Copa de futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016 para o Brasil foi com certeza a coroação de um trabalho árduo há muito desenvolvido pelo Ministério de Esportes, Governo Federal e outras entidades que trabalharam duro, com seriedade, arrojo e competência para que o Brasil fosse contemplado. O anuncio de que o Brasil sediaria a Copa de 2014 aconteceu ainda em dezembro de 2007 e neste ano, depois de 3 tentativas o Brasil finalmente foi o escolhido para sediar os Jogos Olímpicos de 2016, num processo emocionante, que foi disputado ainda no terceiro turno de votação do COI – Comitê Olímpico Internacional.
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Reflexos na economia nacional


A realização dos dois maiores eventos esportivos internacionais em solo brasileiro vai exigir dos Governos Federal, Estadual e Municipal junto com a iniciativa privada e patrocinadores um investimento bilionário, mas com retorno garantido. Os eventos devem aquecer a economia nacional, e os principais reflexos devem ser sentidos nos Estados que vão receber os jogos da copa, suas capitais e também as cidades adjacentes. Os setores onde haverá maior repercussão devem ser o setor hoteleiro, alimentação, transporte, entretenimento, enfim, toda a cadeia de turismo domestico dessas regiões. Entretanto o Rio de Janeiro com certeza é o Estado em que haverá maior concentração de investimentos e consequentemente de lucros, pois além de sediar a final da Copa do Mundo em 2014 irá sediar todos os Jogos Olímpicos 2 anos após, que serão realizados nas cidades cariocas. Mas se os lucros deixados na realização dos eventos irão cair especialmente nos cofres dos setores diretamente ligados ao turismo, outros setores já devem começar a sentir os benefícios dos eventos esportivos já no ano que vem, quando as cidades que irão sediar a Copa do Mundo devem começar a construção e reforma dos estádios, hotéis, restaurantes e de toda a infraestrutura para receber os turistas durante a realização dos jogos. O movimento na construção civil deverá ser muito significativo durante estes 4 próximos anos, com o aquecimento do setor imobiliário, com repercussão no comércio, aumento de empregos diretos e indiretos e impostos para o Estado. Enfim a preparação para receber os eventos deve gerar trabalho e renda para todos os setores da economia.


Outros setores beneficiados


O impacto causado pelo anuncio da realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no Brasil é imensurável, com a geração de empregos e o aumento da procura e da oferta de serviços e produtos em todos os segmentos. Como exemplo podemos citar as escolas de inglês do Rio de Janeiro e algumas outras capitais que irão receber jogos da copa do mundo. A procura por estes cursos já aumentou muito, com pessoas que estão em busca de capacitação, pois haverá uma grande necessidade de profissionais que falem o idioma, o que deverá ser muito valorizado. Entre outros benefícios indiretos a população poderá usufruir da melhoria da infraestrutura básica das cidades sede dos eventos, que receberão investimentos em transportes coletivos como metro e trem bala, urbanização, iluminação, etc.



Segundo o especialista, ainda é muito cedo e impossível ainda avaliar a abrangência dos benefícios que a realização dos dois eventos internacionais deixarão no país, mas o governo já está se organizando para financiar através do BNDS toda a infraestrutura necessária, já havendo muitas empresas interessadas em se habilitar.



Oportunidades para Empresas Contábeis

- Aberturas de novas empresas para atender desde a infraestrutura, organização e apoio dos eventos;
- Fluxo de capital e de empresas estrangeiras para o Brasil;
- Crescimento de faturamento para empresas-clientes e consequentemente aumento da demanda de serviços;
- Abertura de filiais e empresas em cidades-sedes dos eventos;
- Empresas estrangeiras que desconhecem completamente a legislação aplicável no Brasil


Algumas Competências Requeridas 

- Equipe preparada para atender empresas estrangeiras no idioma de origem ou na língua inglesa;
- Amplos conhecimentos em contabilidade nos moldes internacionais;
- Estrutura moderna e capacidade de atendimento as necessidades do mercado;
- Ampliação de bases de atendimento em diferentes cidades, especialmente nas cidades-sedes;
- Rol de serviços ampliados com disponibilidade de outras especializações inclusive jurídicas; 
- Conhecimento de legislação estadual de diferentes regiões do país;
- Consultores tributários especializados para elaboração de estudos e planejamentos tributários;
- Material de comunicação, artigos publicados, estudos tributários e sites em diferentes idiomas;
Com a aproximação desses megaeventos esportivos, muitas mudanças influenciarão as oportunidades e competências para as empresas de contabilidade, no entanto, aquelas que antecipadamente se prepararem poderão aproveitar melhor as oportunidades que surgirão e se beneficiarão disso com crescimento de mercado e aumento da lucratividade.



Como tirar o máximo proveito dos investimentos públicos que estão sendo feitos para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos, em 2016?


A conquista brasileira de sediar dois eventos de expressão midiática mundial, a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, amplia as expectativas para o País acentuar sua presença no cenário internacional, ao mesmo tempo em que nos coloca desafios imensos para a boa realização dos eventos que também irão proporcionar o incremento das atividades produtivas. Antes dos jogos, com reformas e construções de praças esportivas, meios de transporte e infraestrutura turística correlata, e durante, com receitas de publicidade e de recepção a turistas, todas as atividades geradoras de empregos temporários.
Há, de um lado, o desafio de encontrar as fontes adequadas para a mobilização dos recursos necessários ao efetivo e justo financiamento destes gastos. Não menos importante, e preocupante pelo passado do País, será a execução das obras a custos compatíveis, preocupação que se estende para as atividades a serem desenvolvidas durante os eventos.
Tais eventos são de inegável interesse nacional, mas são geradores de benefícios temporários e de custos potencialmente significativos, e permanentes.
Resta saber como ficará o depois, como melhor aproveitar estas possibilidades conquistadas pelo País, ainda destaque entre aqueles com maiores disparidades sociais internas, um aspecto que a globalização não ou, ao contrário, tornou mais acentuado.
Estas iniciativas podem ser aproveitadas como elemento indutor de melhorias de longo prazo para uma maior parcela de brasileiros, os mais pobres, na medida em que haja a preocupação com a correta definição dos projetos, visando seu aproveitamento futuro, não apenas esportivo. Há que zelar também pelo mínimo comprometimento de recursos explícitos ou implícitos (isenções) pelo setor público e, principalmente, buscar arrecadar, durante e depois, o novo potencial tributário representado pela valorização imobiliária, que já ocorreu nas cidades envolvidas.
Há uma soma de fatores a serem levados em conta: projetos aproveitáveis pós-eventos para a maioria da sociedade, custos adequados, não endividamento irresponsável e busca dos potenciais tributários decorrentes. Se as devidas precauções não forem concretamente consideradas antecipadamente, e ainda há tempo, os eventos, mesmo contribuindo para divulgar a imagem do País no exterior, podem se constituir apenas em uma jogada de marketing, em proveito de uns poucos, nada amadores, em qualquer sentido que se tome esta palavra, do esporte e da Nação.

Fonte: http://www.culturamix.com e http://www.andersonhernandes.com.br


Grupo 2
Marco Antônio Loiola Barata - G00018
Jonatan Silva de Lima - G00019

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Infraestrutura para a Copa e Olímpiadas

http://www.politec.com.br/pt-br/pressrelease/paginas/News.aspx?ID=120


" Os grandes investimentos em TI, proporciona uma grande infraestrutura para suportar as demandas que irão ocorrer durante a Copa e as Olímpiadas e também no futuro . "


Grupo RH_3

Ministros discutem investimentos em tecnologia para Copa e Olimpíada



Em evento realizado em Brasília, Orlando Silva aponta importância de boa infraestrutura tecnológica






Ministros discutem investimentos em tecnologia para Copa e Olimpíada
Em evento realizado em Brasília, Orlando Silva aponta importância de boa infraestrutura tecnológica

Silva ressaltou importância do investimento em tecnologia (crédito: Agência Brasil )
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Tamanho da letra Da Agência Brasil - Brasília postado em 10/08/2011 15:42 hatualizado em 10/08/2011 16:43 h
O ministro do Esporte, Orlando Silva, disse hoje (10), ao participar de conferência para debater os investimentos em infraestrutura e tecnologia para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que o Mundial será uma chance para que outros países conheçam melhor o Brasil. “O tema tecnologia da informação, infraestrutura e telecomunicações será um tema chave para demonstrarmos a nossa capacidade de realização da Copa”.
Orlando Silva advertiu que não basta uma boa estrutura de estádios e de rede hoteleira se não houver infraestrutura para dar suporte ao trabalho, sobretudo ao trabalho dos profissionais de mídia na cobertura e transmissão do evento.
Também presente na conferência, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, disse que este é o momento para o país investir em transferência de tecnologia e fortalecer a produção nacional. É o caso, conforme exemplificou, da fabricação de tablets e smartphones no Brasil. Segundo Mercadante, 15 empresas inscreveram-se para fabricar os aparelhos no país, sendo que nove estão praticamente liberadas para a produção.
Segundo o ministro, a venda dos primeiros equipamentos produzidos no país deverá começar em setembro. No primeiro ano de fabricação no país, a produção dos tablets terá 20% de componentes nacionais. Dentro de três anos, o conteúdo nacional deve chegar a 80%. “Somos um grande mercado, mas não queremos ser um mercado importador. Temos que utilizar a condição de mercado que o Brasil representa para atrair investimentos em software, games e toda a cadeia de TICs [tecnologia da informação]”, disse Mercadante. Ele acredita que, com incentivos fiscais, seja possível diminuir em até 40% o preço final do tablet.
Já para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que participou do evento, o cenário da área de tecnologia da informação, no Brasil, é promissor. “O Ministério das Comunicações vê a Copa do Mundo e as Olimpíadas como verdadeiros catalisadores das redes de telecomunicações no Brasil”, observou.
Segundo Bernardo, o ministério vai atuar com quatro objetivos principais até a Copa: criar uma rede de telecomunicações de alta intensidade, que poderá ser contratada para servir ao evento; acelerar o Plano Nacional de Banda Larga; qualificar a prestação de serviços de telecomunicação no Brasil; e induzir a economia digital.
Ele disse também que o ministério está tomando as medidas necessárias para implantar a rede de telefonia móvel 4G, tecnologia com velocidade de até 100 megabites, em todas as cidades-sede da Copa, até 2013. Outra iniciativa é a negociação com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para facilitar o acesso ao serviço de roaming para que os turistas estrangeiros possam ativar celulares direto do Brasil.



http://www.portal2014.org.br/noticias/7740/MINISTROS+DISCUTEM+INVESTIMENTOS+EM+TECNOLOGIA+PARA+COPA+E+OLIMPIADA.html


Postado por:Aline Cristine da Cruz de Sá R00014


Grupo: RH_3