sexta-feira, 14 de outubro de 2011

PI de Gestão da Tecnologia da Informação





CURSO: ADMINISTRAÇÃO

Disciplina: Gestão da Tecnologia da Informação
Professor: Vinicius Calegari
Tutor: Wagner Salles
Plano Interdisciplinar

Integrantes do Grupo:

Flávia Araujo de Sousa Torres A00005
Jéssica Araujo de Oliveira A00020
Marcos Vinicius M Muniz A00015
Verônica Vieira de Almeida A00042

Número de mídias: 04





Mídia: 1º/4

PF apresenta robô antibomba para Copa




Robô que detona bombas com jatos d´água ajudará no esquema de segurança da Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016
BRASÍLIA - Um robô que detona bombas a distancia com jato d´água, um traje antifragmentos para proteger os peritos que desmontam artefatos explosivos e uma tenda para evitar detonações por meio de uma espuma especial fazem parte dos equipamentos dos três novos veículos do Grupo Antibombas da Polícia Federal para serem usados na Copa do Mundo de 2014.
Acompanhe as notícias da INFO em tempo real pelo Twitter
Os equipamentos foram comprados no Canadá, custaram US$ 860 mil cada veículo e foram apresentados hoje (2) à imprensa. O diretor do Departamento de Polícia Federal (DPF), Luiz Fernando Correia, disse que em 2007 o órgão fez um planejamento estratégico até 2022 em que as novas aquisições estavam incluídas para a Copa e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
Correia ressaltou que, além de adquirir os equipamentos, agora é preciso fazer um trabalho conjunto na área de segurança pública no país. "[Precisamos] difundir a doutrina não só dentro da PF como articular com as demais forças. Não podemos ter instituições preparadas [apenas] para eventos, mas sim para dar segurança ao cidadão e, quando houver eventos, essa capacidade seja aplicada."
O diretor disse que serão feitos mais investimentos na atualização tecnológica, principalmente na questão pericial, pois um dos eixos do planejamento estratégico da Polícia Federal é a qualidade da prova científica. Segundo ele, os equipamentos são um avanço em relação aos usados nos Jogos Pan-Americanos, promovidos no Rio em 2007.


De acordo com o perito criminal Adauto Pralon, um dos responsáveis pela demonstração desses equipamentos, dos três novos veículos do Grupo Antibombas um vai para o Rio Grande do Sul e dois ficam em Brasília - no Instituto de Criminalística e na Superintendência de Polícia Federal.
Mais dois que o departamento já tinha estão em Salvador e no Rio de Janeiro, respectivamente, e a idéia é que cada uma das 12 cidades-sede da Copa de 2014 tenha um deles para o Mundial



Comentário:
Contribuindo com a segurança da população na copa do mundo de 2014, a Polícia federal resolveu apostar em uma nova ferramenta tecnológica para agregar maior valor na qualidade de serviço prestado a população. Com o avanço da tecnologia do século xxl, hoje é possível substituir o trabalho humano de auto risco, pelos robôs tecnológicos, tudo isso graças à tecnologia da informação que nos permite fazer parte desta realidade. Tendo em vista a boa expectativa desta nova ferramenta, Já está sendo analisado a possibilidade de ampliar o investimento tecnológico na área de segurança publica, para que em um futuro próximo, o cidadão ganhe outro presente da tecnologia da informação.
Link: http://info.abril.com.br/noticias/ti/pf-apresenta-robo-antibomba-para-copa-02082010-35.shl



Mídia: 2º/4

Governo debate TI para Copa 2014 e Olimpíada

BRASÍLIA – Representantes dos ministérios do Esporte e da Justiça estão reunidos hoje (23) com dirigentes de clubes de futebol e de federações de todo o país para discutir a implementação do aparato tecnológico que será adotado para melhorar a segurança nos estádios durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Um dos objetivos é compatibilizar o Estatuto do Torcedor com as exigências internacionais.
O consultor do Ministério do Esporte Helvécio Eustáquio fez uma exposição sobre o Projeto Torcida Legal, lançado em março de 2009 e que promoveu mudanças no Estatuto do Torcedor, tipificando como crime a venda de ingressos por cambistas e os atos de violência e vandalismo.
Ele informou que o ministério vai lançar nos próximos 15 dias uma licitação para o desenvolvimento dos sistemas de identificação biométrica e de cartões individuais para o torcedor. O objetivo é facilitar a identificação do torcedor e impedir a falsificação e o comércio ilegal de ingressos.


Trata-se de um sistema que vai funcionar nos moldes da informatização do Instituto Nacional de Identificação (INI) e que já é utilizado para acesso a estádios em outros países. Eustáquio disse que o Ministério do Esporte quer "estimular o clima de harmonia nos estádios, de forma que o torcedor possa comparecer levando filhos e esposa”.


Os equipamentos deverão começar a funcionar até 2012, preferencialmente nos 35 estádios onde se disputam os jogos dos campeonatos nacionais de futebol. Os estádios estarão integrados a um sistema de informações, com uma central instalada em cada praça esportiva. "Tem tudo para funcionar bem, a exemplo dos sistemas eleitoral e da Receita Federal", destacou Eustáquio.
Comentário:
A mídia acima apresentada, destaca a importância de ser utilizado um sistema de informação em um evento tão grande como a copa do mundo e olimpíadas no nosso país. Em um ato de compromisso das autoridades públicas, fica claro identificar que existe uma pressão não só interna, mais também globalizada, em relação a sua organização para os jogos, já que o Brasil está sendo observado pelo mundo. Aprendemos que essa disciplina é muito importante, pois nos ajuda a ter uma visão mais ampla sobre o assunto, e entender que é necessário um bom e confiável sistema de informação não só nesses eventos, mais também em todas as organizações.
Link: http://info.abril.com.br/noticias/ti/governo-discute-tecnologia-de-seguranca-para-23092010-39.shl


Mídia: 3º/4



Olimpíadas vão puxar investimentos em TI



Lagoa Rodrigo de Freitas: Wi-Fi por toda cidade

A principal dificuldade de planejar investimentos nesse setor é a velocidade de mudança nos padrões tecnológicos. As redes 3G que conhecemos hoje, por exemplo, não deverão existir em 2016. Um cenário provável é que as teles precisem construir redes no padrão LTE (também conhecido por 4G), que têm muito mais capacidade de tráfego de dados e são, provavelmente, o padrão que predominará à época dos jogos”, analisa o executivo.Outra preocupação que os projetos de TI para os Jogos do Rio devem ter é como racionalizar os investimentos para que eles sejam adequados para a demanda no mês das Olimpíadas e viáveis para exploração comercial após o fim dos jogos.“Quando as novas redes estiverem prontas e em funcionamento elas deverão prever uma capacidade adicional para operar exclusivamente nos jogos. Afinal, após o evento, as redes devem ter uma queda no fluxo de dados e os investidores terão um mercado menor para explorar o retorno de seu investimento”, diz Tude.Dois anos antes das Olimpíadas, a cidade do Rio sediará um dos grupos da Copa do Mundo de 2014 e será quase certamente o palco da final da competição. “A Copa será uma boa prova para as redes de telecomunicações do Rio”, acredita o presidente da Teleco.
COMENTÁRIO:
A presente mídia é muito interessante, pois destaca a importância do investimento tecnológico em longo prazo. Para investir em tecnologia, é preciso planejar de acordo com a velocidade da evolução tecnológica, pois investir em tecnologia sem planejamento, poderá acarretar em um investimento ultrapassado, já que a cada dia, mês e ano nós temos sempre algo novo. É por isso que nós acreditamos na importância do conteúdo dessa matéria (mídia), em relação a nossa disciplina, (TI) sendo assim, sabemos da necessidade do planejamento.
Link: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/olimpiadas-vao-puxar-investimentos-em-ti-02102009-36.shl?2


Mídia: 4º/4

Infraero recebe certificado internacional na área de Tecnologia da Informação
Passageiros dos aeroportos brasileiros ganharam acesso a aplicativo "Vôos Online" em diversas plataformas de celulares, serviço de internet wi-fi gratuito, jogos e maior interatividade.


A Empresa Brasileira de Infra-estruturar Aeroportuária (Infraero) recebeu o cerificado no Modelo Integrado de Capacidade e Maturidade de Softwares (CMMI) nível 2. A certificação indica que a Infraero está cumprindo um conjunto de práticas aplicadas para a melhoria dos processos de desenvolvimento e manutenção de softwares e foi dado pelo Instituto de Engenharia de Software (SEI - Software Engineering Instituto), da Universidade Carnagie Mellon, em Pittisburgh (EUA), nesta quarta-feira (05.10).
Para o diretor de Administração da Infraero, José Eirado, a responsabilidade da área de Tecnologia da Informação da empresa aumentou com a certificação. “Sei da importância dessa conquista para a Infraero.





Nosso objetivo agora é oferecer melhores serviços ao usuário e continuar trabalhando para que a empresa alcance o nível 5 da certificação”, destacou.

Para Flávio Rodrigues, superintendente de Tecnologia da Informação da Infraero, o CMMI nível 2 é sinônimo de reconhecimento internacional. “Demos um passo adiante. Considero uma excelente conquista, pois esse certificado possui o respaldo de todos os órgãos de controle”, destacou.
A Infraero tem trabalhado para a melhoria na qualidade dos serviços nos aeroportos e trabalha a Copa do Mundo como catalisador de investimentos. A empresa que cuida dos aeroportos brasileiros usa as telecomunicações e tecnologia da informação para promover a interação com os usuários, por meio de ações como a campanha "Fique por Dentro", o reforço do atendimento aos usuários, a entrada da Infraero no universo das redes sociais, serviço de internet wi-fi gratuito, além do aplicativo “Vôos Online”, disponível para diversas plataformas de celulares. O serviço permite, além da consulta da situação das chegadas e partidas nos terminais, saber a distância de um ponto em que o usuário está até o aeroporto e a previsão do tempo na cidade de destino.

Comentário:
A mídia acima apresenta melhorias da tecnologia, com as novas certificações e Manutenção de Softwares. Nossos turistas poderão utilizar o sistema de wi-fi gratuito nos seus Vôos, que poderemos mostrar que o Brasil está crescendo cada vez mais em Tecnologia e buscando o melhor para nossos clientes.

Link: http://www.copa2014.gov.br/noticia/infraero-recebe-certificado-internacional-na-area-de-tecnologia-da-informacao

Integrantes do Grupo:

Flávia Araujo de Sousa Torres A00005
Jéssica Araujo de Oliveira A00020
Marcos Vinicius M Muniz A00015
Verônica Vieira de Almeida A00042



A importância da TI para a Copa 2014 e Olimpíadas 2016



A importância da TI para a Copa 2014 e Olimpíadas 2016

Leia o artigo exclusivo de Antonio Gil, Presidente da Brasscom

O Brasil passa por um momento histórico, com crescimento expressivo da economia, projeção política no cenário internacional e desenvolvimento social. O setor de TI é, certamente, um dos mais promissores e essenciais para o desenvolvimento e a competitividade do País, já que suas soluções inovadoras perpassam todos os setores da economia.
Os recentes programas anunciados pelo governo federal - Pronatec, para financiamento da formação técnica; Ciência sem Fronteiras, que fornecerá bolsas de estudos no exterior; e Brasil Maior, que inclui a desoneração da folha de pagamentos para as empresas de TI - auxiliarão ainda mais o desenvolvimento do setor e do País.
O mercado brasileiro de TI emprega 1,2 milhão de profissionais e é o 7º maior do mundo, com faturamento de US$ 85 bilhões em 2010. A missão do Brasil agora é utilizar sua expertise em TI e dar um show de tecnologia na Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.
Mas também devemos entender qual é o legado que queremos deixar após os dois eventos esportivos mais importantes do mundo e como a TI pode contribuir nesse processo.
Esses pontos foram debatidos durante o evento “TI e Telecom na Copa 2014 e Olimpíadas 2016”, realizado pela Brasscom e a consultoria IDC Brasil, no dia 10 de agosto. O encontro contou com a presença dos Ministros Orlando Silva, dos Esportes, Aloizio Mercadante, da Ciência, Tecnologia e Inovação, e Paulo Bernardo, das Comunicações, além do Presidente do Conselho Público Olímpico, Henrique Meirelles.
Mais do que um espaço para discutir oportunidades relacionadas à Copa e aos Jogos Olímpicos, o evento serviu como um catalisador de ideias que podem contribuir com o País em vários aspectos chave, como transportes, educação, saúde, sistemas financeiros, segurança, saúde e energia.
TI pode desenvolver soluções avançadas e inovadoras em todos esses segmentos, por exemplo, com técnicas de reconhecimento facial em localidades públicas, gestão inteligente do trânsito e diagnóstico remoto.
Os eventos esportivos no Brasil serão caracterizados pela mobilidade, com a utilização intensiva de aparelhos celulares, smartphones, tablets e diversos outros dispositivos móveis inteligentes, que são responsáveis por altos volumes de tráfego de dados.
O Brasil precisa investir em redes para sustentar essa movimentação, aumentar a penetração dos serviços de dados e melhorar a qualidade da banda larga. Ainda que mais concentrados nas sedes de ambos os eventos, tais investimentos poderão deixar um legado positivo na infraestrutura de telecomunicações, contribuindo para o aumento da competitividade do País.
A mobilidade urbana também foi tema de destaque no evento. Serão investidos R$ 8 bilhões em transporte público, de acordo com o Ministro dos Esportes, Orlando Silva.
O objetivo é modernizar os sistemas de ônibus, trens do metrô e outras modalidades de transporte público, com soluções inteligentes de TI que informam trajetos e itinerários, além de fornecer acesso à internet sem fio para os passageiros, que teriam à disposição as informações sobre as competições, a qualquer momento.
Os desafios tecnológicos dos eventos esportivos são relevantes, mas distintos. Apesar de ocorrerem em apenas uma cidade, as provas dos Jogos Olímpicos são cronometradas e exigem coordenação extremamente articulada. Já a Copa do Mundo acontecerá em 12 cidades de um País com dimensões continentais, o que demandará preparação e investimentos coordenados.
Os eventos esportivos devem ser encarados não apenas como uma oportunidade para a reforma de estádios, mas também para o desenvolvimento de soluções que modifiquem o País, deixando um legado positivo para o entorno das cidades, infraestrutura e qualidade de vida dos cidadãos.
Essa é uma grande oportunidade para ajudar o Brasil a buscar um novo patamar de desenvolvimento, consolidando a boa imagem que o País vem conquistando em todo o mundo.
A estimativa da Brasscom e da consultoria AT Kearney é de que R$ 57 bilhões serão investidos em infraestrutura para a realização dos eventos. O setor de TI responderá por 10% desse montante. De nossa parte, faremos tudo para ganhar uma medalha de ouro nesses dois megaeventos de escala global.
Antonio Gil é Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom)




Grupo: RH_3



O Olhar Digital, A Tecnologia E A Mudança Da Imagem De Uma Cidade

A TI como a grande aliada da transformação.

A proposta de lançar "um outro olhar" sobre a nossa cidade, se multiplica em projetos que passam pela arte e pela ciência. O que, sem dúvida alguma, impacta fortemente na gestão administrativa.

Foto: Márcia Foletto

Na exposição fotográfica "Olhar Carioca", no Shopping Rio Sul até 31 de outubro, cinco fotógrafos conjuram em preto em branco seu olhar autoral. Trata-se de um esforço conjunto para mudar a imagem da cidade, aquela que não combina mais com o que a população deseja para ela. Não condiz com o status do estado, que é o coração do país mais promissor dos BRICS em liderança política.

Recentemente, a revista de bairro "Centro", do jornal "O Globo", excursionou pela região, traçando um mapa cultural, mostrando a riqueza alternativa para os negócios, os estudos e o entretenimento. Mencionando revitalizações e retrofits em andamento, destacou o Porto Maravilha. Tudo isso, para que uma nova visão do Rio de Janeiro faça parte do legado depois dos eventos.

A tecnologia tem sido a grande aliada no planejamento, na organização e na execução dos eventos. Um excelente exemplo é o "Centro de Operações Rio", o mais avançado do mundo. Outro exemplo? A vinda à cidade de experientes especialistas como Aquiles Alencar-Brayner, curador do acervo eletrônico latino americano da British Library; Ele veio colaborar com a digitalização dos acervos brasileiros. E o que não dizer do neurocientista Miguel Nicolelis, cujo objetivo é fazer um garoto tetraplégico dar o pontapé inicial da Copa do Mundo?

O ministro do Esporte Orlando Silva, já havia declarado em agosto último, em uma conferência,
que"o tema tecnologia da informação, infraestrutura e telecomunicações será um tema chave para demonstrarmos a nossa capacidade de realização da Copa". Neste mesmo encontro, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo disse que vai atuar com quatro objetivos até a Copa: "criar uma rede de comunicação de alta intensidade; acelerar o Plano Nacional de Banda Larga; qualificar a prestação de serviços de telecomunicação no país; e induzir a economia digital."

Enfim, é um verdadeiro tour de force orquestrando a tecnologia. Do olhar digital na exposição de fotos, às projeções ministeriais, existe um fator em comum: A tecnologia da informação. A TI se fez a espinha dorsal que vai trazer o novo legado da cidade do Rio de Janeiro, espelhando o Brasil.


por
Grupo GP_1 :
CLAUCIA MARIA MATOS - G00016
ELISABETH LUCIA BURLAMAQUI DUARTE - G00017
JOSE CARLOS DO ROZARIO AVELINO - G00013
SANDRA HELENA RIBEIRO SANTOS - G00015

SEGURANÇA ELETRÔNICA Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil fomentam setor de Segurança Eletrônica



SEGURANÇA ELETRÔNICA Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil fomentam setor de Segurança Eletrônica

SEGURANÇA ELETRÔNICA


Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil fomentam setor de Segurança Eletrônica
Congresso Internacional de Segurança Eletrônica abordará o mercado e suas soluções a partir do contexto das competições mundiais

Com foco nas oportunidades e desafios que megaeventos esportivos trarão ao Brasil, é que acontecerá a sexta edição do Congresso Internacional de Segurança Eletrônica (CIS). Agendado para os dias 25 a 27 de maio no Mercure Grand Hotel São Paulo Ibirapuera, o evento terá como tema central “2010 – O segmento rumo à Copa do Mundo e às Olimpíadas: Tecnologia e Negócios em Sistemas Eletrônicos de Segurança”.

As discussões do encontro, que vão desde legislação, licitações e financiamentos do BNDES, até Desafios do Brasil e Soluções para Estádios, Shoppings, Resorts, Hotéis e Soluções Móveis Embarcadas, têm como principal objetivo promover as devidas adequações às exigências de segurança para acontecimentos desse porte. A ocasião trará ainda a oportunidade de participação em Rodadas de Negócios com investidores espanhóis e americanos.

“O CIS é a grande chance para os empresários do setor discutirem temas relevantes, novas tendências e direcionamentos do segmento, além de buscarem soluções em tecnologias e serviços, garantindo que o País não perca este grande momento de investimentos”, ressalta Selma Migliori, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), entidade oficial que representa o segmento e organiza o CIS.

Em seguida ao Congresso, o público poderá conferir gratuitamente às últimas novidades do segmento que serão expostas durante a 13ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), que acontece durante os três dias no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O evento, realizado pela ABESE e organizado pelo Grupo Cipa, reunirá mais de 500 empresas nacionais e internacionais (de mais de 15 países) e prevê a presença de mais de 30 mil pessoas.

Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2009 com um crescimento de 7%, registrando um faturamento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com 10 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 113 mil empregos diretos e mais de 1,3 milhão indiretos. No País, há hoje mais de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes, o que corresponde a 10,5% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados.

Segurança eletrônica quintuplicará vendas até Olimpíadas 2016

:: Da redação
::
Convergência Digital :: 20/04/2010

Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee) apontam que as empresas da área de segurança eletrônica encerraram 2009 com vendas de US$ 300 milhões. Para os próximos três anos, a previsão é de que as vendas cresçam, em média, cerca de 20% ao ano, chegando a 2012 com faturamento de mais de US$ 500 milhões.

Porém, nos anos mais próximos a Copa do Mundo de Futebol 2014 e das Olimpíadas de 2016, esse crescimento médio anual será maior ainda, de aproximadamente 35%, o que elevará as vendas de equipamentos a mais US$ 1,6 bilhão em 2016. O que significará que as vendas vão quintuplicar nos próximos anos.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, este dois grandes eventos demandarão fortes investimentos em segurança eletrônica nas cidades e locais onde ocorrerão os eventos. “Os comitês organizadores não vão querer que a imagem do Brasil fique arranhada por falta destes investimentos”, diz. Barbato destaca, no entanto, que é importante que os equipamentos necessários sejam encomendados das empresas instaladas no país.

Mercado de segurança eletrônica deve crescer 70% em três anos
Data: 28/1/2010

Investimentos por conta da Copa do Mundo e Olimpíadas serão pesados

Com o país sendo sede da Copa de 2014, além dos Jogos Olímpicos 2016, o foco dos governos tem sido na segurança desses eventos. Só no Rio, a previsão de investimento é de mais de R$ 900 milhões. A consultora e especialista em segurança eletrônica, Deise Mury, a expectativa é de que o segmento cresça 70% nos próximos três anos. A Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) estima que o setor movimentou no ano passado em tonro de US$ 1,4 bilhão em todo o Brasil.

A área de segurança eletrônica é uma forte aposta da Abinee, associação brasileira da indústria eletroeletrônica, para os preparativos da infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016.
Em informe à imprensa, um dos diretores da entidade, Eduardo Vinocur, afirma que o setor, que reúne fabricantes e importadores de alarmes eletrônicos, sensores de presença, câmeras e gravadores digitais de imagens e diversos outros produtos, sistemas e serviços, vai lucrar com os eventos, em função da necessidade de reduzir a exposição dos atletas a riscos.
"A atenção da população e o foco da mídia nos assuntos de segurança impulsionarão a indústria de segurança", diz, na nota, ao informar que, em 2006, o segmento registrou vendas de US$ 215 milhões, passando a US$ 330 milhões, em 2007, e US$ 400 milhões, em 2008. Em 2009, o setor fechou US$ 300 milhões, em função da crise mundial, segundo seus dados.
Porém, o especialista aposta que "nos próximos três anos, o segmento deve crescer aproximadamente 70%, chegando, em 2012, a cerca de US$ 500 milhões em vendas".


Fonte: Jornal Extra


Postado por:Ezilda de Freitas Possmoser Grupo: RH_3


Copa 2014: Acesso à Internet é desafio nos estádios do Rio de Janeiro - Convergência Digital

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Fonte: Convergência Digital Veículo: Internet Data: 30/09/2011 Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27915&sid=8 Acessar a Internet e, por tabela, as redes sociais, nos estádios de futebol foi tema do painel TI Esportes, realizado no dia 29 de setembro, no Rio Info 2011. Ficou constatado que a questão da infraestrutura de telecom é um problema que já afeta o dia-a-dia dos profissionais do setor no Rio de Janeiro - uma das 12 cidades-sede e onde acontecerá a grande final do evento. "O Engenhão (localizado na zona norte da cidade) não tem acesso à Internet. Muitos jornais usam motoboys para pegar o cartão de memória dos fotógrafos. Isso é um absurdo nos tempos de hoje. Eu que tenho um blog já contratei serviços de todas as operadoras móveis, mas nenhuma funciona com qualidade", afirmou Cris Dissat, dona do blog @Fimdejogo. Cobertura Wi-fi é outro mito. "O Botafogo (responsável pelo Engenhão) que é dono do estádio poderia tentar resolver essa situação, mas até agora nada aconteceu", sustentou Cris Dissat. E a situação não era muito diferente no Maracanã - administrado pelo Estado - antes de o estádio ser fechado para as obras voltadas para a Copa 2014. "O mais grave dessa situação é que não há ninguém em sã consciência que não ateste que os jogos de 2014 serão o da mobilidade, o da interatividade. Como o público vai fazer isso sem rede? O que vamos fazer com os turistas que vão querer acessar as redes sociais?", indagou Alberto Blois, coordenador da Rede Rio TI Esportes, do RioSoft. A Oi foi contratada pela Fifa para prover infraestrutura dentro dos estádios da Copa 2014, mas ainda não está claro se esse serviço é voltado apenas para a organização ou será aberto para todos. A Telebras promete também criar uma infraestrutura, baseada em LTE, a 4G da telefonia móvel, nos locais mais importantes do megaevento. Mas já disse que cobrará das teles pelo uso da rede. Ainda na parte relativa à infraestrutura de comunicação, os organizadores dos Jogos Mundiais Militares - realizado em julho deste ano no Rio e considerado um piloto para testar a capacidade de acerto para os megaeventos - tocaram num ponto bastante sensível: Justificativa de orçamento. Nos jogos Militares, por exemplo, Oi e TIM/Intelig foram as fornecedoras contratadas para prover redes sem fio para levar conexão à Internet para os locais dos jogos. Mas as regras eram claras: conexão seria disponibilizada apenas para a organização. O público contou tão somente com a infraestrutura existente, em muitos casos, reconhecidamente precária. "No modelo de compras governamentais, justificar mais gastos para atender o público é uma situação bastante complexa. E esse é um problema que deve ser visto e revisto por quem vai definir as diretrizes de compra para os eventos da Copa e das Olimpíadas", advertiu Thomaz de Aquino, engenheiro responsável pela área de TI dos Jogos Militares.

http://www.rioinfo.com.br/site/index.php/imprensa/1426

Postado por: Osmar Alves Marques Grupo: RH_3



Tecnologia pode ser o grande gargalo de 2014

Evento exige infraestrutura complexa de telecomunicações

Renovar TI e Telecom é desafio até 2014 (crédito: José Vidal)
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Marcos de Sousa
postado em 22/07/2009 16:29 h
atualizado em 22/07/2009 17:43 h

Considerado o maior evento midiático do planeta, a Copa do Mundo exige uma complexa infraestrutura de telecomunicações capaz de atender as equipes de mídia e também os turistas. Apesar disso, os setores de TI e Telecom continuam fora dos planos da maior parte das cidades-sede de 2014. "Sem TI e telecomunicações não haverá Copa", afirma Fábio Ferragi, da Telium Networks. "Em 2014, provavelmente veremos o evento mais marcado pela convergência digital. Hoje, apenas discutimos a importância que as tecnologias digitais têm no dia-a-dia da mídia. Na Copa, isto estará na nossa frente", avalia o especialista. A Telium é a empresa parceira de hospedagem do portal www.copa2014.org.br.

O Ministério das Comunicações informa já ter uma avaliação em andamento numa comissão especial, vinculada ao Ministério dos Esportes. Mas ainda não existe cronograma montado, nem previsão de finalização deste primeiro parecer. Somente a partir do resultado do trabalho inicial será elaborado todo o plano para o evento. Para os especialistas, a discussão já está atrasada e as constantes panes no sistema de telefonia e internet no país são sinais dessa defasagem. Um exemplo: na cidade de São Paulo são previstos investimentos de R$ 32 bilhões para renovar várias áreas da infraestrutura, de turismo à energia, que seriam feitas até 2020, mas que em virtude da Copa serão adiantadas. Contudo, não há nada definido em termos de TI e Telecom.

Castelão digitalizado
Cidades menos dotadas de redes de comunicações já começaram a se mexer, bem mais que as capitais do Sudeste do Brasil. O estádio Castelão, de Fortaleza, será circundado com um anel de fibra ótica e abrigará um moderno data-center, adequado para o tráfego de imagens de alta definição (HDTV) a velocidades que variam de 1Gb a 10Gb. O projeto do estádio servirá de base para que a cidade entre definitivamente na economia digital, com a expansão da rede de ótica para toda a região metropolitana da capital cearense.

As cidades brasileiras que não modernizarem suas infraestruturas de TI e Telecom correm o risco de ter a imagem desgastada frente à bilhões de pessoas. As cidades da Copa da África do Sul preveem receber em média 3 milhões de turistas e centenas de equipes de jornalistas. Todos portando gadgets modernos e com capacidade imensa de produzir imagens e vídeos digitais que serão enviados para todos os lugares do mundo por redes de telefonia fixa, celular e outras formas de transmissão.

Em entrevista ao portal IT Web, o presidente da Brasscom - Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Antonio Gil, defende que as discussões sobre as tecnologias para a Copa de 2014 gerem planos de longo prazo para o País. "O Brasil só será a quinta maior economia do mundo em dez anos, como diz o presidente Lula, se investir a partir de agora", ressalta Gil. E o maior evento do futebol mundial pode ajudar nisto, acelerando projetos e trazendo capital. Mas a entidade também não iniciou qualquer ação específica ou aproximação com o poder público para participar das decisões sobre onde e como investir na infraestrutura de TI e telecom para a Copa.

"Levamos constantemente nossos planos gerais sobre o País para ministros e o presidente, mas nada houve sobre a Copa de 2014", aponta Gil. No entanto, ele diz que a Brasscom deve se dedicar mais a esse assunto ainda em 2009. Até porque, com a liberdade de escolha que as sedes podem ter sobre fornecedores, o evento é uma grande oportunidade de o setor se mostrar para o mundo. E o primeiro grande desafio a enfrentar é evitar a firula que governantes fazem com investimentos desse tipo. "Muitos políticos não gostam de falar sobre investimentos em tecnologia, porque eles não aparecem para o eleitor, diferentemente da construção de um estádio e esta visão sobre TI e telecomunicações precisa mudar O Brasil tem de provar que pode suportar uma Copa do Mundo antes do pontapé inicial do jogo de abertura, completa Gil.

Siga o Portal Copa 2014 no twitter: http://www.twitter.com/portalcop

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Copa 2014 - segurança da informação nas organizações


Por Edison Fontes

A Copa do Mundo de Futebol a ser realizada no Brasil em 2014 afetará positivamente (assim esperamos) todo o nosso país. Evidentemente, alguns segmentos serão mais impactados do que outros. Não tenho a menor dúvida que as organizações de eventos e de hospedagem serão diretamente afetadas.

Essas organizações precisam estar preparadas para atender a grande quantidade de pessoas que virão ao Brasil. Do ponto de vista receptivo e de atendimento básico, tenho certeza que nossos hotéis e similares podem atender com a mesma qualidade das organizações internacionais. Além do mais, temos a simpatia do povo brasileiro. Porém, esse segmento vai se deparar com um cliente muito mais exigente em alguns aspectos.

A questão do respeito com o meio ambiente vai ser considerada pela forma como essas organizações tratam e consomem seus elementos. O uso de material reciclável, o tratamento politicamente correto da água, o respeito sobre a diversidade das pessoas e outras questões similares serão consideradas pelo cliente na escolha da organização.

Outro assunto que será levado em conta será a proteção da informação. Os clientes vão exigir que seus dados sejam tratados de maneira segura e profissional. Afinal, muitos desses clientes estarão trabalhando formalmente ou informalmente. O ambiente onde eles vão ficar será uma extensão do escritório ou da casa deles. Vão querer que a comunicação seja segura, seu computador não seja invadido, seu disco de armazenamento não seja destruído porque a energia teve uma grande variação, suas mensagens não sejam capturadas indevidamente, seu cadastro no hotel não seja roubado ou vendido para listas e serviços de propaganda.

Do ponto de vista da segurança pública, além da proteção convencional, esses clientes vão querer ter certeza que realmente as imagens gravadas dentro dos prédios e nas ruas serão consideradas confidenciais e somente serão consultadas sob uma demanda policial ou judicial. Querem estar certos de que não serão colocados no serviço YouTube com a ridicularização de uma situação específica que tenham vivido. Em resumo: os clientes vão requerer um tratamento sério e, no mínimo, de acordo com as normas internacionais de segurança e proteção da informação. Elas existem em português, já foram publicadas e são oficiais no Brasil.

Para isso, as empresas que acolherão esses clientes têm que se preparar. Processo de segurança da informação, treinamento de pessoas, cultura de proteção e implantação de controles não acontecem em um passe de mágica.

Faltam menos de cinco anos. É tempo suficiente para ter uma boa proteção e uma boa cultura de segurança, desde que já se tenha começado a trabalhar ou comece hoje!

Algumas pessoas dizem que a segurança da informação impede o cumprimento dos prazos dos projetos. Eu afirmo que a segurança da informação exige uma abordagem profissional, com planejamento e seriedade. Agindo dessa maneira, se consegue implantar os projetos nos prazos.