Postado por Grupo 8:
Ezilda R00022, Elizabeth G00017, Filipe G00023, José Carlos G00013, Sandra Helena G00015 e Cristiane Sodré A00053
Este weblog tem como objetivo desenvolver o projeto do 2º semestre de 2011. Os alunos dos cursos de Administração e Tecnólogos - AVM Faculdade Integrada - deverão articular os conhecimentos das disciplinas cursadas no semestre com o tema "Um novo olhar sobre o Rio de Janeiro: Copa de 2014 e Olimpíadas 2016".





A busca por líderes tem sido o grande desafio de empresas de recrutamento e gestores de RH. Certos do impacto em suas equipes de trabalho, o líder é responsável em implantar ritmo e direção certos para alcançar os objetivos desejados pela organização.
O Craque apresenta muitas competências associadas à liderança. A seguir algumas competências naturais de grandes líderes esportivos que podem ser utilizadas no ambiente de trabalho:
CAPACIDADE DE ASSUMIR RESPONSABILIDADES – Romário em 1994 não tinha sido convocado para as eliminatórias da Copa do Mundo até o último jogo contra o Uruguai. Jogou e fez dois gols para a Seleção e classificou o Brasil para a Copa. Antes de decolar para os Estados Unidos, Romário fez uma declaração “ Se o Brasil não voltar campeão a culpa será minha…” .
Na Copa, Romário marcou cinco vezes e foi determinante na conquista do tão sonhado tetracampeonato. Naquele ano foi escolhido como o melhor jogador do mundo.
Quem bate no peito e afirma que se a empresa não bater a meta no mês a culpa será dele???
ATUAR NAS SUAS FRAGILIDADES PARA GERAR DIFERENCIAL COMPETITIVO – Ayrton Senna sempre teve grandes dificuldades de correr na chuva com pistas molhadas. E, naturalmente isto era uma grande limitação para sua carreira. Um dia tomou a decisão que iria acabar com isto. Todas as vezes que chovia, ele corria para a pista para treinar na chuva. E isto aconteceu por vários anos, que o fato de correr tanto com pista molhada tornou seu grande diferencial no começo de sua carreira. Senna, além de ter sido referência de alegria para uma nação inteira é considerado o grande mestre da chuva até hoje.
Identificar eventuais limitações profissionais aliados a uma estratégia para minimizá-las, pode fazer a diferença na profissão.
PODER DE SUPERAÇÃO – Ronaldo Fenômeno após sofrer duras críticas, ficar parado por 2 anos e meio, e ainda receber a desconfiança da Copa do Mundo de 1998, episódio a qual sofreu uma convulsão antes da final da copa, caiu na descrença da torcida que pedia pra o então técnico da Seleção Felipão, convocar o atacante Romário em seu lugar para a Copa de 2002. A copa de 2002 veio, e o jogador foi o artilheiro do mundial com 8 gols (marca inédita em Mundiais há 30 anos) e a seleção brasileira sagrou-se pentacampeã mundial de futebol. Ronaldo dava a volta por cima e calava seus críticos. Ainda no mesmo ano, Ronaldo, que recebia críticas do treinador de seu antigo clube, a Inter, transfere-se para o Real Madri, da Espanha. O jogador conquista o título mundial de clubes pelo Real, torna-se o artilheiro do clube na temporada e ganha mais uma vez o título de melhor jogador do mundo.
Atualmente Ronaldo passou por um segundo ciclo de superação e o coloca como peça fundamental do seu time. Quem é capaz de apostar seu dinheiro que ele não será convocado para a copa?
É fundamental acreditar sempre no potencial que existe dentro de cada um de nós.
FAZER ALÉM DO QUE LHE É ATRIBUÍDO – Rogério Ceni goleiro do São Paulo futebol Clube, é considerado um dos melhores goleiros do Brasil e do Mundo com diversos títulos e prêmios conquistados nesta função. Acontece que, além disto, Rogério possui o título de maior goleiro artilheiro do mundo. São 79 gols efetuados em mais de 800 jogos pelo São Paulo. Para se ter uma noção do feito, no dia 26 de julho de 2006, ao anotar, de pênalti, o gol da vitória do São Paulo sobre o Guadalajara, tornou-se o maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores ao lado de Palhinha, Pedro Rocha e Müller, com dez gols marcados.
É preciso superar sempre as expectativas de empregadores e clientes.
FAZER USO DA INFORMAÇÃO PARA IDENTIFICAR CONCORRENTES E DEFINIR ESTRATÉGIAS – Bernardinho é considerado um dos maiores técnicos esportivos do mundo e utiliza várias estratégias para manter suas equipes sempre atuando no máximo de seu rendimento.
Bernardinho é fanático por vídeos e estatísticas. Durante as competições, a auxiliar Roberta Giglio passa noites em claro levantando dados dos adversários. O técnico pede videoteipes dos jogos dos rivais e elabora diagramas que mostram os setores da quadra em que os jogadores adversários mais atuam e suas principais características. A estratégia é montada jogo a jogo. Durante os jogos, quatro auxiliares, em pontos diferentes da quadra, ficam ligados a Bernardinho por um ponto eletrônico, prontos para alertar sobre qualquer mudança de tática dos adversários. “É fácil dizer que esse time é do Bernardinho, mas não é”, diz o treinador. “Sou só um deles. Às vezes tenho de pressioná-los, às vezes acalmá-los. Estou aqui para dar-lhes os meios para as vitórias e questioná-los sobre como continuar melhorando. Esse é meu principal papel.”
Mas de nada adiantaria saber o desempenho dos nossos jogadores se não soubéssemos como a equipe adversária se comporta na quadra.
- A gente precisa saber a parte tática da equipe, como eles estão jogando. Por exemplo, dependendo de onde e em que condições que a bola chega para o levantador deles, a gente precisa armar rapidamente uma estratégia contra a ofensiva – conta Roberta.
Entender para atender o mercado e se posicionar em relação aos concorrentes.
ENCANTAR E MOBILIZAR EMOÇÕES NAS PESSOAS – Ayrton Senna mobilizou uma nação em relação a um esporte. As manhãs de domingo para toda uma geração teve um significado totalmente diferente por meio de um único homem. Um único esportista que transcendeu suas meras atribuições desportivas para fazer com que toda uma nação sonhasse e seguisse seus sonhos e objetivos.
É preciso encantar e deixar sua marca pessoal
Fonte: VOCÊ S/A ( 19 fev 2010 )
Link:
http://vocesa.abril.com.br/blog/ricardo-nakai/2010/02/19/lideranca-esportiva/
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CULTURA ORGANIZACIONAL
A cultura é o conjunto de hábitos, valores e crenças que as comunidades e grupos sociais desenvolvem e transmitem a seus novos integrantes e novas gerações. Portanto, cada empresa é um sistema social e complexo, com características próprias e peculiares, e sua própria cultura organizacional. E o clima organizacional refere-se àqueles aspectos internos da organização que levam a provocação de diferentes espécies de motivação de seus participantes.
Assim, o clima é favorável quando proporciona satisfação das necessidades pessoais dos participantes, e desfavorável quando proporciona frustração. Ele cria certos tipos de expectativas que tendem a conduzir a motivação.
Na prática, os fatores determinantes do clima organizacional são variáveis de entrada do sistema, que influenciam a motivação das pessoas, provocando estimulação em níveis diferentes de satisfação e de produtividade ou variáveis dependentes, as quais produzem o resultado final em termos de eficiência e eficácia. Entretanto, boa parte das variáveis de entrada dependem de condições organizacionais ou exclusivamente de gerente. Todavia, vale salientar que o gerente pode não ter condições suficientes para motivar a cultura organizacional, mas pode melhorar o clima do seu departamento ou da sua equipe de trabalho.
Por conseguinte, a administração participativa pressupõe um amadurecimento cultural que não é obtido sem dificuldades. A própria questão da repartição dos lucros entre todos os funcionários enfrenta resistência no mundo empresarial, sendo vista muitas vezes como estorvo e não como um incentivo aos funcionários, gerando retornos superiores aos de qualquer aplicação financeira. Valendo ressaltar que, mudar a cultura organizacional significa sintonizar as atitudes, decisões e ações da empresa aos tempos modernos, preparar a organização para pensar em termos de terceiro milênio, implantar o espírito democrático dentro da empresa. Basicamente, o que se pretende dizer é que os gerentes devem mandar menos e motivar mais as pessoas. Dar menos ordens e proporcionar mais suporte as pessoas, para que elas possam trabalhar de mãos desatadas.
Novas pesquisas destacam sete características para captar a essência da cultura de uma organização, dentre as quais estão, inovação e ousadia, atenção ao detalhe, busca de resultados, concentração nas pessoas, orientação para a equipe, agressividade e estabilidade. Podendo, ainda, mencionar a existência de culturas mais fortes, onde os valores centrais da organização são fortemente assumidos e compartilhados; e culturas mais fracas, onde a postura é inversa. Todavia, até aqui, falou-se em mudanças de valores, criação de novas posturas dentro das organizações, mas esqueceu-se de um fator considerado grande influenciador, que seria o impacto exercido pelos fundadores na cultura inicial das empresas, as quais refletem a imagem de seus criadores.
Por fim, depois de instituida uma cultura resta à organização mantê-la e realçá-la, o que pode ser feito através de fatores como práticas de seleção, comportamento da alta administração e métodos de socialização.
Assim sendo, respondendo a pergunta levantada na problematização inicial do artigo, a administração participativa, apesar de conter adversidades, constitui uma das soluções efetivas para as organizações que buscam a eficácia e a eficiência, e conseqüentemente, manter-se bem posicionadas perante o mercado avassalador. No caso do Brasil, o desconhecimento do deslocamento do foco, do lucro para a satisfação do cliente, está marcado na história recente das empresas estatais, as quais são pouco orientadas para o cliente e incapazes de resolver os problemas para os quais foram criadas, perdendo o apoio da sociedade, que já não se dispõe mais a sair às ruas em passeatas para defendê-las.
Por isso, as empresas privadas deveriam posicionar-se de forma inversa, evitando a insatisfação de seus colaboradores, sejam eles funcionários, fornecedores ou clientes.
Contudo, o objetivo maior é ratificar à importancia da sinergia dentro da organização, onde a soma dos trabalhos implica nos resultados e no alcance das metas e o poder somatório é multiplicador.
Enfatizar que para exercer um bom papel de lider é primordial saber servir, pois um bom gestor têm que saber lidar com as diferenças e conflitos, para gerir com excelência e igualdade de forma a olhar e analizar de forma macro toda a instituição, e ainda olhar com carinho para particularidades. Pois tudo faz parte do complexo e apaixonante mundo organizacional, onde as vezes as grandes idéias e soluções vêm do chão da fábrica e não das salas dos executivos.
É para isso que devemos enfatizar a importância da gestão participativa, como um modelo eficaz nos dias atuais, onde o capital intelectual é o principal elemento dentro de um sistema integrado de marketing.
Link: http://www.fabelnet.com.br
Gestão Pública: GP_1
Componentes do Grupo:
José Carlos do Rozario Avelino - G 00013
Sandra Helena Ribeiro Santos - G 00015"Se eu tivesse que apostar, diria que esta será a Copa da pequena empresa", observou o economista-chefe do banco Itaú, Ilan Goldfajn, que participou na quarta-feira (30) do Seminário Itaú Empresas, Copa do Mundo da Fifa 2014. Segundo ele, os pequenos negócios brasileiros estão investindo na qualificação, atentos às oportunidades do torneio.
Participante do seminário, a empresária Maria Claudia Salaro, junto com o marido, criou em 2007 a Solution Idiomas, em Santos, no litoral paulista. Há quase cinco anos, ela treina professores e instrutores que poderão fazer parte do "cardápio de produtos" criados pela Solution. Recentemente, seu esposo obteve na Espanha uma certificação de espanhol para turismo e negócios. "Com isso, vamos capacitar instrutores que possam trabalhar com essa metodologia", adianta Maria Claudia.
O seminário trouxe também o empresário Fred Pollastri, que representa a Octagon Brasil (braço de uma multinacional americana). "Aqui, a Octagon é pequena. Em 2007, tínhamos a empresa B2S, de marketing esportivo, e nos juntamos com a multinacional. Agora, toda a minha equipe viaja no final do ano para capacitação na matriz, nos Estados Unidos. Nosso objetivo é atender a todos os eventos esportivos que acontecerão no Brasil nos próximos anos", disse.
Mapa
Para o superintendente do Sebrae em São Paulo, Bruno Caetano, um dos debatedores no seminário, as duas empresas estão no caminho certo. "A Copa do Mundo é agora e as oportunidades estão aqui no Brasil". Caetano citou o estudo realizado pela FGV a pedido do Sebrae que mapeou mais 900 oportunidades de negócios em todo o País para as micro e pequenas empresas durante a Copa.
"As pequenas empresas devem aproveitar os eventos esportivos para melhorar o processo produtivo e acessar novos mercados. O Sebrae em São Paulo atua em três fases: pesquisa e planejamento, capacitação e grandes rodadas de negócios. Pensamos no encadeamento produtivo", disse o superintendente.
Investimentos e crédito
O economista-chefe do banco Itaú, Ilan Goldfajn, estimou que até 2014 o Produto Interno Bruto (PIB) deva crescer 0,5% a cada ano a mais do que se não houvesse o mundial. "Em 2012, a economia irá crescer cerca de 3,5%, motivada principalmente pelos preparativos da Copa", comentou.
Segundo os dados apresentados por Goldfajn, os investimentos podem gerar nos próximos três anos cerca de 250 mil empregos. A "Marca País" deverá ser outro grande impacto que a Copa do Mundo de 2014 trará ao Brasil. "Um estudo americano mostra que o país que sedia uma Copa do Mundo eleva em cerca de 30% suas exportações. Se pensarmos que no Brasil as exportações representam 15% do PIB, podemos medir o impacto da marca", observou.
O diretor de Produtos do Itaú, Marcos Maccariello, destacou que o crédito do banco para pequenas e médias empresas até novembro deste ano ficou em torno de R$ 100 bilhões, sendo que 65% foram concedidos.
Postado por Jacqueline, Vitor, Fernanda, Erico, Renata e Luiz Antonio.
O ministro José Eduardo Cardozo reclama da falta de informações estatísticas sobre segurança pública
Pedro Venceslau
Além da lentidão das obras nos estádios e nos projetos de infraestrutura das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, outro fantasma assombra o cronograma do governo federal para o evento: a integração entre as forças policiais brasileiras. Esse item é considerado pelo Palácio do Planalto a peça de resistência do complexo programa de segurança para o mundial da Fifa e, dois anos depois, as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Esse foi o tema mais discutido ontem durante o Congresso Segurança Brasil 2011, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São de Paulo (Fiesp). Principal palestrante do dia, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, fez um apelo público.
"O projeto de integração entre as policias não pode se deixar envolver por disputas eleitorais e ideológicas. Não se faz segurança pública sem integração." O pedido do ministro, entretanto, não foi ouvido pelo governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD). Ambos haviam confirmado presença, mas não apareceram.
Cardozo não detalhou o projeto de aproximação entre as forças policiais e a troca de inteligência, mas reconheceu que o processo está só começando. "Nós temos problema nessa área. O espírito corporativo afeta a policia civil e a militar. E temos uma dissociação entre a Polícia Federal e a estadual." O titular da Justiça reconheceu, ainda, que o governo brasileiro sofre uma "carência profunda" de informações estatísticas de segurança pública. Também presente ao evento, o secretário extraordinário de segurança pública dos grandes eventos do governo, José Ricardo Botelho, se mostrou otimista. "O planejamento tático está pronto. Agora vamos fazer um esforço coletivo nos estados." Antes de deixar a sede da Fiesp, Cardozo disse aos jornalistas que o governo não cogita qualquer aumento aos policiais federais, que ameaçam entrar em greve. "Esse ano não temos a menor condição de dar aumento para nenhuma categoria. A crise exige prudência e cuidado."
Conselhos
Responsável pela coordenação da segurança na Copa do Mundo da África 2010, o major Ben Groenewald, que é chefe da polícia da África do Sul, lembrou que, além da cooperação entre as polícias internas, é preciso trabalhar para o bom entendimento entre as forças policiais internacionais, especialmente a Interpol. "Sem sinergia entre as forças não há como ter sucesso em um evento dessa magnitude." Além de integração, ele afirma que é preciso ter agilidade jurídica. "Na Copa de 2010 nós estabelecemos uma Corte Especial e montamos um time de investigação especial para combater os crimes durante os jogos. As demandas eram resolvidas imediatamente." Groenewald lembra de um caso em especial. "Quando o quarto do hotel de um jogador brasileiro foi arrombado, nós imediatamente identificamos e punimos o infrator." O chefe da polícia sul-africana deu um conselho precioso para as autoridades brasileiras: as famosas "vuvuzelas" devem ser proibidas nas partidas. "Se possível coloquem as vuvuzelas como item proibido. Elas representam um perigo para a segurança, pois ninguém consegue ouvir os avisos no microfone."
No embalo do 11 de Setembro, o policial deu mais um alerta aos colegas brasileiros. "Depois do 11 de Setembro de 2001, não podemos fazer nenhum planejamento sem levar em conta os ataques terroristas."
SEGURANÇA
" 45 mil policiais deverão atuar na segurança da Copa de 2014 em todo o país. O número é igual ao da África do Sul, mas menor que o da Alemanha em 2006.
DESAFIOS
Integração entre as polícias civil e militar é o principal desafio da segurança pública brasileira para o mundial. Há ainda a necessidade de intercâmbio eficaz com a Interpol.
COMBATE AO CRIME
Agilidade jurídica é essencial para combater crimes durante os jogos do mundial no país, segundo o responsável pela segurança na Copa da África, Ben Groenewald.
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Na Copa de 2010 estabelecemos uma Corte especial e montamos um time de investigação para combater os crimes durante os jogos. As demandas eram resolvidas imediatamente
Ben Groenewald Chefe da polícia da África do Sul
Postado por Jacqueline, Vitor, Fernanda, Erico, Renata e Luiz Antonio.
A construção civil é responsável por grande contribuição a economia brasileira e responsável por colocar no mercado de trabalho milhares de pessoas. Tal circunstância leva este setor a ter uma atenção redobrada e maiores incentivos e benefícios pela parte dos governantes do nosso país
O mercado de trabalho constitui tema de grande relevância, mais especificamente, no ramo da construção civil, já que é responsável por maior parte dos empregos no mercado atual.
Neste trabalho procura enfrentar o seguinte problema: O que levou ao crescimento do mercado de trabalho na área da construção civil e porque não há mão-de-obra qualificada para preenchimento das vagas de trabalho na área? Tendo por hipóteses á influencia do governo no crescimento da construção civil, o número de eventos sociais que vão ocorrer no Brasil, mais especificamente, a Copa do mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, sendo necessário grandes projetos, assim aumentando o número de trabalhadores e com aumento da procura por emprego, fizeram-se necessários maiores qualificações para atuação no mercado no mercado de trabalho.
Para o bom enfrentamento da temática e eficaz resolução dos problemas, com a confirmação ( ou não ) da hipóteses, lançaram-se os seguintes objetivos, analisar as transformações que levaram ao crescimento do mercado de trabalho na área da construção civil, analisar se houve alterações quanto às exigências de qualificações para atuar no ramo da construção civil, identificar a atuação do governo no ramo da construção civil, identificar os principais eventos que contribuíram para o crescimento da construção civil, verificar as transformações no mercado de trabalho.
O trabalho científico se estrutura em 3 capítulos inicialmente tratando do crescimento da construção civil.
Em continuação aborda a participação do governo na crescente econômica da construção civil.
Derradeiramente, apresenta a mudança no perfil profissional e o motivo da falta de mão-de-obra.
O tipo de pesquisa utilizada foi a qualitativa, a busca de dados do estudo foram feitos em sites da área administrativas e recurso humanos.
2 PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
2.1- O QUE É CONSTRUÇÃO CIVIL
A área de Construção Civil abrange todas as atividades de produção de obras. Estão incluídas nesta área as atividades referentes às funções planejamento e projeto, execução e manutenção e restauração de obras em diferentes segmentos, tais como edifícios, estradas, portos, aeroportos, canais de navegação, túneis, instalações prediais, obras de saneamento, de fundações e de terra em geral, estando excluídas as atividades relacionadas às operações, tais como a operação e o gerenciamento de sistemas de transportes, a operação de estações de tratamento de água, de barragens etc.
De acordo com a Receita Federal, construção civil é conceituada como "a construção, a demolição, a reforma, a ampliação de edificação ou qualquer outra benfeitoria agregada ao solo ou ao subsolo".
No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) regulamenta as normas, e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, o CREA, fiscaliza o exercício da profissão e a responsabilidade civil. Toda a obra de construção civil deve ser previamente aprovada pelos órgãos municipais competentes, e sua execução acompanhada por engenheiros ou arquitetos registrados no CREA.
A importância singular do Macrosetor da Construção definido como o setor da construção propriamente dito (edificações, obras viárias e construção pesada), acrescido dos segmentos fornecedores de matérias-primas e equipamentos para a construção e dos setores de serviços e distribuição ligados à construção, pode ser retratada em números. Através desse conceito mais moderno, pode-se avaliar melhor os efeitos multiplicadores setoriais da indústria de construção sobre o processo produtivo, sua enorme capacidade de realização de investimentos, o seu potencial de criação de empregos (diretos e indiretos), além de seus efeitos benéficos sobre a balança comercial e sobre o nível de inflação.
2.1.1 Cargos de trabalho da construção civil
Os profissionais que atuam no segmento de construção civil estão às voltas com os projetos de Engenharia Civil para construção ou manutenção de obras em geral, rodovias, ruas, portos, aeroportos, vias férreas, sistemas de água e esgoto e outros, estudando características, preparando planos, métodos de trabalho e demais dados requeridos ligados à edificação. Planejam e desenvolvem programas de trabalho para orientar o andamento das obras dentro dos prazos adequados, bem como definem os recursos humanos necessários para possibilitar a construção, a manutenção e o reparo das obras mencionadas e assegurar os padrões técnicos exigidos.
Na construção civil existem grupos de atividades e seus respectivos cargos.
O grupo da administração, vendas e finanças composto pelos compradores júnior, pleno e sênior, recepcionistas, secretárias, auxiliares administrativo, de escritório, de
logística e de suprimento, assistentes administrativo, comercial, contábil, financeiro e de pessoal, analistas contábil, financeiro, de recurso humanos e de sistema júnior.
O grupo do nível técnico, composto por desenhista e projetista, técnico em edificações e em segurança do trabalho e topógrafo.
O grupo da chefia, composto pelas chefias de contabilidade, suprimentos e pessoal, coordenador de obras, encarregados de carpintaria, manutenção mecânica, obras, transporte e turno, supervisores administrativos de obras.
O grupo do nível superior, composto por advogado pleno, arquiteto, engenheiro civil júnior, engenheiro civil pleno, engenheiro civil sênior e engenheiro de segurança do trabalho.
O grupo dos diretores e gerentes, composto pelos gerentes de controladoria, suprimentos e recursos humanos.
O grupo de outros serviços, composto pelo armador, copeiro, faxineiro, motoristas de caminhão e carreta, servente de obras, vigia, almoxarife, apontador de produção, carpinteiro, eletricista, mecânicos, mestre-de-obras, montador, operadores de equipamentos pesados, pedreiros e soldadores.
2.1.2 O que é o PAC
Lançado em março de 2009 pelo Governo Federal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Habitação prevê, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que sejam construídas, nos próximos dois anos no Brasil, cerca de um milhão de casas.
As pessoas com renda de até três salários mínimos já podem fazer o cadastramento nas Prefeituras e as com renda de três a dez salários mínimos que querem aderir ao programa já podem fazer simulação do financiamento no site da Caixa Econômica Federal. Nesse cenário de crescimento e investimentos na construção civil, há um grande campo de atuação profissional nesta área.
3- CRESCIMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Conforme consta nas notícias de nosso país, a construção civil a cada ano que passa mostra uma perspectiva de crescimento maior. Como mostra a notícia do jornal Correio Braziliense (data), a construção civil teve o melhor início de ano de sua história. Impulsionado pelo aumento do crédito imobiliário e pela grande oferta de vagas de trabalho, o setor cresceu nada menos do que 14,9% no primeiro trimestre de 2010 frente ao mesmo período de 2009 - recorde absoluto da série de pesquisas iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1995. Ainda que o índice esteja bem acima da taxa de crescimento do país, governo e empresas do ramo acreditam que é possível ver números superiores a esse nos próximos meses. Esse grande crescimento deve-se principalmente aos juros, sendo que o Banco Central não elevou a taxa SELIC, a renda do brasileiro aumentou, programas de incentivo à construção de casas populares, fazendo com que o segmento habitacional amplie seus projetos, ajudando a puxar a taxa de investimento para cima.
Um exemplo do dinamismo do setor vem da construtora Apex Engenharia, especializada em projetos habitacionais voltados para as famílias com renda entre R$ 1,8 mil e R$ 2,3 mil e localizados nas cidades do Entorno de Brasília, principalmente Samambaia. O gerente comercial da empresa, João Paulo Santos Miranda, disse que, no ano passado, a empresa lançou um empreendimento durante o Feirão da Caixa Econômica Federal. Neste ano, foram três projetos que já estão com 70% das unidades vendidas. "É só anunciar e vender", disse.
É por esse aumento de serviços e projetos que a SINDUSCON prevê o crescimento do PIB em torno de 8,8 %. Com esse aumento, o sindicato já projeta alcançar em torno de 2,4 milhões de empregos formais na construção civil em 2010.
3.1 Participação do Governo no crescimento da Construção Civil
O governo, com seus programas habitacionais e intervenções nos impostos, ajudou a construção civil a ostentar crescimentos constantes nos últimos meses, devido à isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os materiais necessários ao setor, assim como em virtude do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa do governo Minha Casa, Minha Vida, que possibilita aos brasileiros a aquisição de moradias com preços reduzidos.
O anúncio de Alencar no começo do ano, no site da GLOBO mostra claramente a importante intervenção do governo no crescimento da Construção Civil na economia brasileira. De acordo com o ministro, as medidas voltadas para o setor de construção, que reduzem impostos nos produtos de construção, valerão até que o programa habitacional, que prevê 1 milhão de moradias, comece a dar frutos. Segundo ele, "essa redução vai estimular a autoconstrução [pessoas que fazem pequenas reformas], e isso tem impacto muito grande no setor."
4 - MUDANÇA NO PERFIL PROFISSIONAL E A FALTA DE MÃO-DE-OBRA
A notícia de que fomos eleitos o país-sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 deu o sinal de alerta para o setor de construção civil. E, como se a infraestrutura necessária para a realização desses eventos não fosse um desafio grande o bastante, temos um arrojado Programa de Aceleração do Crescimento que contempla obras de grande porte e que impõe um novo desafio para o mercado de trabalho em construção civil.
Empresas do setor são unânimes ao apontar a preocupação com a capacidade de seus negócios, principalmente em relação à mão-de-obra. O desafio é encontrar profissionais que coordenem e conduzam suas obras, que quase sempre têm um orçamento apertado a ser seguido, assim como multas contratuais no caso de atraso na entrega. Essa tarefa não é simples. Dados do Sistema Nacional de Emprego (SINE), do Ministério do Trabalho, revelam que o profissional de Engenharia Civil é o que mais está em falta no país. Isso porque a área passou por um período de crise nas décadas de 80 e 90, e quem se formou nessa época se deparou com um mercado de trabalho completamente adverso. Muitos dos engenheiros acabaram se dirigindo para outras áreas, como o mercado financeiro, por exemplo.
As notícias mostram que as empresas não só voltaram a contratar como faltam trabalhadores qualificados para as vagas. No Rio Grande do Sul, o setor deve crescer 7,5%, com base no Índice de Atividade da Construção Civil. Com isso, haverá déficit de 15 mil trabalhadores em mão-de-obra básica, como pedreiros, carpinteiros, armadores e mestres de obra. Um dos fatores que contribuíram para a falta da mão de obra qualificada foi o fato de que muitas pessoas abandonaram a profissão durante a crise.
Os poucos profissionais que têm a experiência necessária estão sendo disputados por diversas construtoras no país, inflacionando o salário para essa faixa de atuação.
Conforme mostra o IBGE, os trabalhadores do setor da construção têm muito a festejar. Além do aumento das oportunidades de trabalho geradas no setor formal, é crescente a melhoria das condições de trabalho. Uma prova é o aumento da escolaridade dos funcionários do setor, que estão sendo incentivados pelos próprios empregadores a investir nos estudos. Em diversas cidades brasileiras, foram criadas bibliotecas e salas de aula dentro dos espaços das construções para elevar a escolaridade dos colaboradores do segmento. Com maior escolaridade, os salários também estão cada vez maiores.
ENTREVISTA COM O PRESIDENTE DA SINDUSCON-RS PAULO GARCIA
A construção civil já superou a crise?
Paulo Garcia – Sim. Podemos dizer que estamos na curva ascendente desde a metade do ano. Devemos atingir em março de 2010 o mesmo patamar de velocidade de vendas de março de 2008. A tendência é haver aquecimento muito forte no mercado.
O setor cresceu nos últimos anos baseado em fatores como a maior oferta de financiamento. Em que ainda falta evoluir?
Garcia – Temos o Minha Casa, Minha Vida, um projeto excelente. Mas precisa haver correções de rumo. Precisa integrar Estados e municípios. Os municípios estavam andando a 60 km/h, mas o governo lançou algo em que é preciso andar a 100 km/h. Os municípios precisam se adaptar a essa velocidade (na concessão de licenças) senão vão represar o setor. É uma verba federal, que, se não vier para cá, vai para outras regiões.
ENTREVISTA COM O PRESIDENTE DA SINDUSCON-SP Sérgio Watanabe
A cadeia da construção civil vem se mostrando otimista para o próximo ano. Quais são as expectativas do setor para 2010?
Sérgio Watanabe: O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil brasileira deverá crescer 1% em 2009 e 8,8% em 2010. O crescimento será comandado pela ampliação dos investimentos públicos e privados, o que nos faz esperar uma taxa de investimentos em torno de 20% do PIB: as inversões crescerão de R$ 476 bilhões para R$ 625 bilhões. Os setores que mais receberão investimentos serão imobiliários residencial e o energético. Os investimentos imobiliários deverão passar de R$170 bilhões em 2009 para R$ 202 bilhões em 2010. O impacto disso tudo deverá ser refletido no nível de emprego da construção civil. A expectativa é de que os postos de trabalho com carteira assinada no setor cresçam 8% no próximo ano, o que significa dizer que chegaremos a cerca de 2,4 milhões de empregos formais em 2010.
Qual o comparativo do desempenho de empregos no setor em 2009 em relação a 2008?
Sérgio Watanabe: O ano de 2008 foi um absoluto sucesso. Crescemos quase dois dígitos comparado a 2007. Comparar 2009, quando foi deflagrada a crise internacional, com 2008 seria uma maldade. No entanto, estamos, retomando o ritmo após a freada. Os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) demonstram que um quarto de todas as contratações feitas no País, este ano, aconteceu na construção civil. Esse é o maior sinal do crescimento e otimismo para nosso setor.
O PIB deve registrar crescimento de cerca de 1% em 2009, resultado abaixo do anunciado em outubro deste ano, quando a expectativa de crescimento era de 2,5% a 3,5%. O que aconteceu?
Sérgio Watanabe: No fim de 2008, a perspectiva era de que haveria expansão de 3,5% a 4,7% este ano, projeção que foi depois reduzida para o piso de 3,5%. Em setembro, a indicação era de que a cadeia cresceria de 2,5% a 3,5% em 2009. Até o nono mês do ano, houve queda real de 7% nas vendas do comércio de materiais de construção e de 9,7% no faturamento da indústria, o que nos obrigou a refazer os cálculos.
ENTREVISTA COM ENGENHEIRO LUIZ ÉDER DOS SANTOS DA EMPRESA PEDRACCON PAVIMENTAÇÃO.
NOME: Luiz Eder dos Santos
CARGO ATUAL NA CONSTRUÇÃO CIVIL: Coodenador de orçamento e planejamento
QUANTO TEMPO ATUÁ NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL? 8 anos
QUAIS AS PRINCIPAIS TRANSFORMAÇÕES OCORRIDAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL?
Nos últimos anos houve uma evolução nos sistemas construtivos, como materiais construtivos, conhecimento e tecnologia de construção.
Foram criadas ferramentas de controle, planejamento e custo dos empreeendimentos da construção civil, com isso há uma maior gestão sobre cada obra.
As empresas de contrução civil estão executando empreendimentos com enfase na questão da sustentabilidade ambiental. Para uma construção ser considerada de fato ambientalmente responsável a certificação é indispensável, neste caso o Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), que habilita a construção ser ambientalmente sustentável.
O QUE LEVA AO CRESCIMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NOS ÚLTIMOS TEMPOS?
Primeiramente a facilidade de crédito por parte do governo, principalmente para a classe média e C que proporcionou uma maior aquisição de imóveis novos, e consequentemente ocorreu um aumento no lançamento de empreendimentos imobiliários para atender a esta demanda.
A implantação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) por parte do governo Federal que irá gerar um maior volume de obras de infra-estrutura.
A próximiada de dois grandes eventos esportivos no país a Copa do Mundo e a Olímpiada.
O MUDOU NO MERCADO DE TRABALHO?
Com a demanda excessiva ocorreu uma escassez de profissionais especializados na construção civil em todos os níveis. As escolas de engenharia não conseguem formar profissionais suficientes para atender a necessidade do mercado de trabalho.
Profissionais sem muita experiência acabam executando obras de grande porte por não existir no mercado engenheiros com a devida experiência no mercado.
HOUVE MUDANÇA NAS CARACTERÍSTICA DOS PROFISSIONAIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL?
Sim. Ele é um profissional polivalente com conhecimento em recursos humanos e gestão.
ANÁLISE DOS DADOS TEÓRICOS E COLETA DE DADOS.
Conforme análise da base teórica e da coleta de dados obtidos, verificou-se um crescimento econômico constante na construção, consequentemente havendo um aumento no mercado de trabalho. Isso se deve principalmente aos programas habitacionais criados pelo governo e a preparação na infraestrutura do país para realização de dois eventos mundiais: a copa do mundo em 2014 e olimpíadas em 2016. As empresas que atuam na área da construção civil tiveram vários benefícios fiscais obtidos através da ajuda do governo, por exemplo, a isenção do IPI nos materiais da construção civil.
As instituições de crédito de nosso país junto ao governo contribuíram para o crescimento da construção civil facilitando o crédito para a classe média e C que proporcionou o aumento na procura de novos imóveis.
Contanto, com o aumento no mercado de trabalho verificou-se a escassez de mão-de-obra para preenchimento das vagas no mercado de trabalho. Isso se deve ao fato que as empresas possuem uma nova tecnologia para execução de projetos, além de um novo conceito ambiental que o trabalhador deve ter no canteiro de obras e a falta de experiência dos engenheiros civis e demais profissionais da área.
METODOLOGIA DA PESQUISA
Esta pesquisa é exploratória , tem por objetivo proporcionar maior envolvimento com o problema, com vista á torná-los mais explícitos ou a construir hipóteses e também uma pesquisa descritiva. Foram feito buscas em sites da área civil e recursos humanos e foram feito entrevista com profissional da área.
CONCLUSÃO
Neste trabalho científico, partiu-se da problemática central do que levou ao crescimento do mercado de trabalho na área da construção civil e porque não há mão-de-obra qualificada para preenchimento das vagas de trabalho na área, tendo por hipóteses possíveis á influencia do governo no crescimento da construção civil, o número de eventos sociais que vão ocorrer no Brasil, mais especificamente, a Copa do mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, sendo necessário grandes projetos, assim aumentando o número de trabalhadores e com aumento da procura por emprego, fizeram-se necessários maiores qualificações para atuação no mercado no mercado de trabalho.
Da analise feita, concluiu-se que houve uma forte influência do governo no crescimento da construção civil, preparação para eventos mundiais como a copa do mundo de 2014 e olimpíadas de 2016 estão contribuindo para este crescimento, e que a falta de mão-de-obra no mercado de trabalho se dá principalmente ao fato da utilização de novas tecnologias nos canteiros de obras e a falta de experiência.
Foram feitos entrevistas e coletado dados de sites da construção civil e recursos humanos.
Espera-se no futuro um crescimento maior ainda no mercado de trabalho da construção civil por ser um ramo em evidência e expansão no cenário econômico. As empresas terão que oportunizar internamente para seus funcionários cursos de aperfeiçoamento para execução de obra com equipamentos mais inovados tecnologicamente, além de efetuar estágios para profissionais na área para os mesmos adquirir experiência profissional.
REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Constru%C3%A7%C3%A3o_civil
Acesso em 20/05/2010
http://www.receita.fazenda.gov.br/previdencia/constrcivil.htm
Acesso em 22/05/2010
Fonte Jornal do comércio, http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=19247
Postado por Vitor, Jacqueline, Fernanda, Erico, Renata, e Luiz Antonio